Ao realizarmos qualquer esforço, seja físico ou mental, nosso organismo queima oxigênio. Dependendo da intensidade da atividade o consumo também aumenta ou diminui.

Corredores de rústica desenvolvem um esforço físico que consome quase a totalidade do oxigênio de seu organismo, desse modo, a atividade mental fica em segundo plano.

Diferente desses atletas, os orientistas devem permanecer com o cérebro constantemente oxigenado para que a atividade mental não seja prejudicada, pois necessitam dela para a complexa aplicação das técnicas de orientação. Portanto, neste esporte, o limite da velocidade desenvolvida não é a capacidade física, mas a capacidade de raciocínio.

Encontrar, sem ultrapassar, o tênue limite da velocidade máxima com raciocínio adequado para uma navegação segura exige do orientista muito treino, experiência e auto-conhecimento.